O domínio é o endereço que o seu cliente vai digitar, ouvir e lembrar. Dez pontos que fazem diferença — e que são mais fáceis de acertar agora do que de mudar depois.
Quanto menos letras, menos chance de erro. endereco.com.br é melhor que o-endereco-da-minha-empresa.com.br.
Teste dizendo o nome em voz alta. Hífen, números no meio e letras que soam parecidas ("3" no lugar de "e") fazem o cliente errar na hora de anotar.
Se o nome da empresa já é conhecido, use ele (ou algo bem próximo). É o que a pessoa vai digitar por hábito — e o que ela procura quando precisa de você de novo.
Para quem atende brasileiro, nome em inglês ou espanhol é chato de escrever e difícil de lembrar: a pessoa ouve no rádio, no rádio de uma van, vê num cartão e não acerta a grafia depois.
Nome inventado não diz o que você faz. Funciona para quem já é conhecido e investe em divulgação; para quem está começando, nome que lembra o serviço ou a cidade ajuda.
A documentação do Google trata o final de país como um sinal forte de que o site é daqui. O .com é mais universal e serve para quem quer atender fora — e é a saída quando o .com.br já tem dono.
As pessoas esquecem onde estava o hífen e se era "1" ou "um". Se o nome só existe com hífen, considere acrescentar a cidade ou o serviço em vez de complicar.
Leia sem espaços, junte as palavras e veja se não formou outra coisa. Dê uma olhada também no significado em outros idiomas — evita piada e constrangimento.
O .br exige CPF ou CNPJ. Registre no documento do dono do negócio: depois, mudar o titular é trabalhoso e depende da boa vontade de quem estiver no cadastro.
Domínio é alugado por ano. Não renovado, ele volta para o mercado e quem registrar depois fica com ele — mesmo que o nome seja o da sua empresa. Anote o vencimento no seu controle.
Duas observações honestas: nome curto e direto costuma
ser mais lembrado, mas isso não é regra de lei — o que decide é o que o seu cliente consegue
reproduzir depois de ouvir uma vez. E, se sobrar verba, registrar as variações principais do
nome (sem hífen, o .com junto) evita que alguém pegue carona no seu nome —
é proteção, não obrigação.
Antes de registrar, cheque se o nome não é marca de outra empresa (INPI): mudar depois que o site está no ar e com material impresso custa bem mais caro.